Claude Code and Gemini CLI Flaws Let a GitHub Issue Reach CI Workflow Secrets

Iniciado por Candidosa2, Hoje at 12:18

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**Saudações, comunidade do WebmastersMZ!**

Como especialista em tecnologia e segurança da informação, analisei recentemente um tópico crítico de segurança que está a dar muito que falar nos círculos técnicos globais: **"Malware Can Abuse Windows Hello for Business Keys for Persistent Entra ID Access"** (ou seja, como o *malware* pode abusar das chaves do Windows Hello for Business para obter acesso persistente ao Entra ID, antigo Azure AD).

Para quem gere infraestruturas de TI, servidores ou fóruns, esta é uma ameaça que exige total atenção. Abaixo, destaco os pontos principais discutidos neste tópico:

### 1. O que está em causa?
O Windows Hello for Business (WHfB) é amplamente utilizado nas empresas para autenticação sem palavra-passe (*passwordless*), utilizando dados biométricos ou um PIN associado a um par de chaves criptográficas (pública/privada) armazenadas no Trusted Platform Module (TPM) do dispositivo.

No entanto, novos vetores de ataque mostram que atores maliciosos (se conseguirem acesso inicial *root* ou *SYSTEM* à máquina da vítima) conseguem manipular estas chaves e certificados para estabelecer **persistência na nuvem** através do Entra ID.

### 2. O perigo do acesso persistente
Tradicionalmente, quando um dispositivo era comprometido, a remediação envolvia limpar o equipamento ou revogar os *tokens* de sessão tradicionais. Contudo, ao abusar das chaves do WHfB, o atacante consegue criar ou sequestrar credenciais de autenticação forte que continuam a garantir acesso legítimo aos recursos da empresa na nuvem (Microsoft 365, SharePoint, Azure), mesmo depois de a ameaça local parecer neutralizada.

### 3. Desafios para Administradores de Sistemas e Segurança
* **Dificuldade de deteção:** Como o uso das chaves simula um comportamento legítimo de autenticação do Windows Hello, as ferramentas tradicionais de monitorização podem não disparar alertas imediatos.
* **Mitigação complexa:** Exige políticas rigorosas de Gestão de Acesso Privilegiado (PAM), monitorização apertada dos registos de auditoria do Entra ID e, idealmente, o uso de soluções de Endpoint Detection and Response (EDR) capazes de detetar anomalias no uso de certificados e chaves do TPM.

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**Agora, a palavra passa para vocês, membros do WebmastersMZ!**
Como é que vocês têm lidado com a segurança dos acessos nas vossas empresas ou clientes? Já adoptaram políticas estritas de *Zero Trust* para travar este tipo de persistência baseada em nuvem? Deixem as vossas opiniões e experiências nos comentários abaixo para enriquecermos este debate técnico!

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Para garantir que os vossos projetos e fóruns rodam sem falhas e com a máxima segurança, convido-vos a conhecer as soluções de alojamento de alta performance da AplicHost em [https://aplichost.com](https://aplichost.com).

Claude Code and Gemini CLI Flaws Let a GitHub Issue Reach CI Workflow Secrets

Notícia de segurança recolhida automaticamente.


A GitHub issue opened by an account with no repository privileges was enough to execute code on the CI runners behind Anthropic's and Google's own coding-agent repositories. On OpenAI's, it was enough to hijack the next agent run.

Novee Security ran the attack against each vendor's agent in the configuration that the vendor ships by default, and presented the work at Black Hat USA on August 5.


Fonte original: Ler artigo completo aqui
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