Why AI Agents Keep Breaking Your Code (And What to Do About It)

Iniciado por joomlamz, Hoje at 02:00

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**Como Executar um LLM Localmente no Seu Celular com QVAC e Expo**

Bem-vindos ao fórum webmastersmz.com! Hoje vamos discutir um tópico técnico interessante sobre como executar um modelo de linguagem de larga escala (LLM) localmente no seu celular utilizando QVAC e Expo. Vamos mergulhar nos detalhes e explorar os pontos principais desta abordagem.

**O que é QVAC e Expo?**

QVAC é uma biblioteca de código aberto que permite a execução de modelos de linguagem de larga escala em dispositivos móveis, enquanto Expo é uma plataforma de desenvolvimento de aplicativos móveis que fornece ferramentas para criar aplicativos nativos e híbridos. Juntos, essas ferramentas permitem que os desenvolvedores executem LLMs localmente no seu celular.

**Passos para Executar um LLM Localmente**

1. **Instalar QVAC e Expo**: Para começar, é necessário instalar as bibliotecas QVAC e Expo no seu celular. Isso pode ser feito através de comandos de terminal ou utilizando ferramentas de gerenciamento de dependências.
2. **Preparar o LLM**: O próximo passo é preparar o LLM que deseja executar localmente. Isso pode envolver a download e instalação do modelo de linguagem, bem como a configuração das dependências necessárias.
3. **Criar um Projeto Expo**: Com o LLM preparado, é hora de criar um projeto Expo que permita a execução do LLM localmente. Isso envolve a criação de um arquivo `app.json` que especifique as configurações do projeto e a inclusão da biblioteca QVAC.
4. **Integrar QVAC com o Projeto Expo**: Com o projeto Expo criado, é necessário integrar a biblioteca QVAC para permitir a execução do LLM localmente. Isso envolve a inclusão da biblioteca QVAC no projeto e a configuração das dependências necessárias.
5. **Executar o Projeto**: Com todas as etapas concluídas, é hora de executar o projeto Expo para testar a execução do LLM localmente.

**Benefícios e Limitações**

Executar um LLM localmente no seu celular utilizando QVAC e Expo oferece várias vantagens, incluindo:

* **Desempenho Acelerado**: A execução local do LLM permite uma taxa de processamento mais rápida e eficiente.
* **Privacidade Aumentada**: A execução local do LLM evita a necessidade de envio de dados para servidores remotos, o que pode ser vantajoso em termos de privacidade.
* **Flexibilidade**: A execução local do LLM permite que os desenvolvedores criem aplicativos personalizados e adaptados às necessidades específicas do usuário.

No entanto, a execução local do LLM também apresenta algumas limitações, incluindo:

* **Recursos de Dispositivo**: A execução local do LLM pode exigir recursos adicionais do dispositivo, como memória e processamento, o que pode afetar a performance do dispositivo.
* **Complexidade**: A execução local do LLM pode ser mais complexa do que a execução remota, exigindo conhecimentos técnicos avançados.

**Conclusão**

Executar um LLM localmente no seu celular utilizando QVAC e Expo é uma abordagem interessante que oferece várias vantagens em termos de desempenho, privacidade e flexibilidade. No entanto, é importante considerar as limitações e requisitos de recursos do dispositivo antes de iniciar o processo.

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Why AI Agents Keep Breaking Your Code (And What to Do About It)



Tópico: Why AI Agents Keep Breaking Your Code (And What to Do About It)
Categoria: Tutoriais | Programação & Tecnologia
Idioma Principal: Português (Conteúdo de Tecnologia)

Descrição do Conteúdo / Informações:
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Picture this: you write a requirement. Clear, specific. The agent reads it, does exactly what you wrote — and breaks three things you never mentioned.

Not because the agent is bad at its job. Because the spec was written for a human reader, not a machine.

Human developers tolerate ambiguity. They fill gaps from experience. They ask before doing something irreversible. AI agents don't work that way — they fill gaps with whatever their training data suggests. Sometimes that's fine. Sometimes it destroys an afternoon.

After hitting this wall enough times, I stopped trying to write better prompts and started thinking about the spec format itself.



The real problem: spec formats haven't evolved


IEEE 830. ISO/IEC 29148. GOST 34.602. All written decades before AI coding agents existed. All designed for a human reader who can tolerate a certain level of "you know what I mean."

Agents don't know what you mean. They know what you wrote.

The gap between those two things is where most rework happens.



What I built: ANSS


ANSS (AI-Native System Specification Standard) is a spec format where AI agents are treated as first-class readers — not an afterthought.

Here's what changed in my workflow after adopting it: instead of 5–7 back-and-forth iterations to get an agent to do something right, I'm down to 2–3. Agents started surfacing contradictions in my own specs before writing a single line of code. That alone saved me hours I didn't know I was losing.



The four mechanisms that actually matter




1. Three-layer markup


Every section gets a tag:

[D] Domain        — WHAT to build   → Product Owner, PM
[E] Engineering   — HOW to build    → Developer, Architect
[A] Agent         — HOW agent does it → AI agents (read this first)

Agents read [A] sections first. Everything they need to operate without guessing lives there.



2. Invariants


INV-001: No external npm packages
Cannot: add require() of npm modules
Reason: app must run without npm install
Check: no node_modules imports in server.js

The Check field is what makes this different from a comment. It's a verifiable rule. Before invariants, I wrote "keep the codebase minimal" — an agent once interpreted that as license to add three npm packages. Invariants eliminate that interpretation space.



3. Agent Review


Before writing anything, the agent audits the spec:

• Find contradictions between sections

• Identify missing edge cases

• Check Acceptance Criteria completeness

• Verify no invariant conflicts

Hard rule: more than 3 problems found → stop and ask. Do not proceed.

The first time an agent told me "I found 5 contradictions in your spec" before writing a line of code, I realized how many hours of rework I'd been generating for myself.



4. Change Specification


Current State → Desired State → What NOT to change → Impact → Rollback

"What NOT to change" is the section that doesn't exist in any classic spec format. It's the most useful thing I've added to my workflow.



Three levels


CORE        15–20 pages   Bots, SaaS, APIs, automations (80% of projects)
EXTENDED    40–60 pages   Security, compliance, detailed testing
ENTERPRISE  Full standard Banks, regulated industries, AI platforms



Try it in 5 minutes


• Fill 1.1 — what and for whom (2 sentences)

• Fill 2.1 — domain glossary (5–10 terms)

• Write 2.5 — 3–5 invariants

• Write 3.2 — user stories with Acceptance Criteria

• Set 2.4 — tech stack

Give it to your agent. Ask it to run Agent Review before writing code. See what it finds in your own requirements.

github.com/Kholomyanskiy/anss-standard

CC BY-NC-SA 4.0. Two real filled examples. Works with Claude Code, Cursor, GitHub Copilot.

Artem Kholomyanskiy — AI automation consultant, EVAI Consulting


Joomlamz
Consultoria em Informática
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Especialista em Sistemas Web & Manutenção de Servidores.
A desenvolver o novo AplPortal com suporte a PHP 8.
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